português 
 Embassy Events
 
 Embassy Structure
  Consular Services
  Immigration & Customs
  Ambassador’s Corner
  The U.S. Embassy
  Consular Addresses
  Holidays
 Current Issues
  Press Releases
 Consulates
  Recife
  Rio de Janeiro
  Sao Paulo
 About the U.S.A.
  Questions about the U.S.
  IRC: Your source of info
  Fundamental Documents
  American Studies
 Info. Resource Center
 Study in the U.S.A.
  Education Advising in Brazil
  Education USA
 Studies of the U.S.
 About Brazil
  Country Specific Information
  Travel Warnings
  Tourist Links
 Want to Learn English?
  Binational Centers
 U.S.-Brazil Issues
  U.S.-Brazil Studies
  Biofuels
  Trade
 Economic Issues
 Peace and Security
 Annual Reports
 Rewards for Justice

espaçador
espaçador
espaçador
espaçador
espaçador
espaçador



EUA desejam atrair mais estudantes estrangeiros, diz Rice

Secretária apresenta parceria que utiliza a educação para conectar EUA ao mundo

6 de janeiro de 2006

Anthony Kujawa
Da equipe do Washington File

Washington – Os Estados Unidos “desejam mais do que nunca” receber estudantes estrangeiros em seu território e enviar mais americanos para estudar no exterior, afirmou a secretária de Estado, Condoleezza Rice, ao descrever em 5 de janeiro quatro princípios que orientam os esforços americanos para intensificar os intercâmbios educacionais.

“Para ser bem-sucedido, nosso governo e nossas universidades devem forjar uma nova parceria para o intercâmbio educacional, uma parceira que se baseie em nova maneira de pensar e novas ações”, disse Rice na Cúpula de Reitores de Universidades Americanas sobre Educação Internacional.

A cúpula de dois dias, destinada a fortalecer as parcerias em educação internacional, incluiu a participação de mais de 100 reitores de faculdades e universidades de todos os 50 Estados dos EUA, que dirigem instituições públicas e privadas de pesquisa, bem como faculdades comunitárias, instituições historicamente destinadas a negros, instituições destinadas a hispânicos, instituições ligadas a entidades religiosas e faculdades para mulheres. (Veja artigo relacionado.)

“À medida que o centro global de gravidade muda do Ocidente para o Oriente e regiões como o Grande Oriente Médio lutam para adotar a reforma democrática, os estudantes americanos devem estar na vanguarda de nosso envolvimento com países como China e Índia, Iraque e Afeganistão”, declarou Rice.

A secretária de Estado apresentou quatro princípios que devem orientar os esforços dos EUA para aumentar os intercâmbios educacionais:

• expandir esforços de intercâmbio como os programas de Bolsas de Estudo Fulbright e Gilman;
• cultivar novos relacionamentos para intercâmbio internacional com países que exerçam papel cada vez mais importante em âmbito internacional;
• tornar as universidades americanas mais acessíveis para estudantes talentosos e carentes e para estudantes com histórias de vida as mais diversas; e
• continuar a aperfeiçoar as políticas de visto.

Segundo Rice, os Estados Unidos devem se basear nos programas de intercâmbio internacional bem-sucedidos como o programa de bolsas de estudo Fulbright, que trouxe mais de 250 mil estudantes de 185 países para estudar nos Estados Unidos desde 1946, e o Programa de Bolsas de Estudo Gilman, que deu condições para que 2.200 estudantes americanos estudassem no exterior desde 2000. (Para obter informações adicionais, veja Programa Fulbright e Programa de Bolsas de Estudo Gilman.)

Nesse mesmo dia, o presidente Bush fez pronunciamento na cúpula, anunciando a Iniciativa de Aprendizagem de Idiomas para a Segurança Nacional, programa destinado a reunir os recursos de quatro agências federais para aumentar o número de americanos fluentes em idiomas estrangeiros essenciais. (Veja artigo relacionado.)

“Nada será mais importante no preparo dos jovens americanos para entender os povos que ajudarão a definir o século 21 do que nossa capacidade de comunicação em seus idiomas nativos”, afirmou Rice, acrescentando que essa iniciativa é uma meta importante do governo Bush.

EUA APERFEIÇOARAM “TODOS OS ASPECTOS” DO PROCESSO DE EMISSÃO DE VISTOS

Segundo afirmação de autoridades, os novos procedimentos de emissão de visto para os EUA após os atentados terroristas de 11 de setembro resultaram em alguma demora para determinados candidatos no início de sua implementação, mas os Estados Unidos desde então vêm melhorando sua capacidade de processar as solicitações de visto de maneira eficiente. (Veja artigo relacionado.)

“Há preocupações legítimas com a segurança que devem ser observadas, e precisamos de sua ajuda para solucioná-las. Farei uma promessa a todos: se estiverem preparados para nos ajudar a encontrar um equilíbrio entre abertura e segurança, estamos dispostos a trabalhar para fazê-lo”, acrescentou Rice

A secretária disse que o Departamento de Estado está contratando mais funcionários consulares, treinando-os melhor e enviando-os a comunidades estrangeiras para dar orientações aos estudantes locais sobre como se candidatar para obter visto. Segundo Rice, as embaixadas e os consulados dos EUA também providenciaram entrevistas especiais e rápidas para futuros estudantes estrangeiros.

“Estamos agora aprovando 97% de nossos vistos em apenas um ou dois dias e estamos encurtando drasticamente o tempo necessário para processar o restante”, disse Rice, acrescentando que o número de vistos emitidos em 2005 aumentou pela primeira vez desde os atentados de 11 de setembro de 2001.

BENEFÍCIOS DO INTERCÂMBIO EDUCACIONAL INTERNACIONAL

Na posição de ex-professora da Universidade de Stanford, Rice afirmou que a “capacidade transformadora” da educação superior dos EUA é “muito clara” para ela.

“Testemunhei o potencial do intercâmbio internacional de transformar a vida dos meus alunos americanos que estudaram no exterior e dos vários estudantes estrangeiros em Stanford, vindos de todas as regiões do mundo, que muitas vezes enriqueciam minhas aulas de maneira que somente eles poderiam fazer”, disse.

Conforme declarou Rice, ela, como secretária de Estado, e o presidente Bush muitas vezes encontram líderes de outros países que freqüentaram vários tipos de escolas nos Estados Unidos.

“Cursaram faculdades comunitárias, pequenas faculdades, land-grant colleges (faculdades financiadas com terras públicas) e participaram de instituições de pesquisa. Todos eles passaram pela experiência comum de estar, de estudar nos Estados Unidos. E essa experiência torna-se então o vínculo que os liga a nós de um modo que jamais poderá ser rompido”, declarou.

Em recente viagem à Arábia Saudita, por exemplo, Rice disse que se encontrou com líderes – um dos quais mencionou durante uma reunião: “Sou um Trojan”, referindo-se ao símbolo da Universidade do Sul da Califórnia, e outro que disse ser um Pioneer, referindo-se à Universidade de Denver, onde Rice estudou.

Rice, entretanto, acrescentou: “Era comum na minha geração jovens da Arábia Saudita estudarem nos Estados Unidos. Mas na geração seguinte não. Isso é algo que deve ser corrigido e que devemos mudar.”

Segundo Rice, uma das “maiores prioridades” é revigorar os esforços dos EUA para conectar o país às pessoas de todo o mundo por meio da educação.

“Nossos cidadãos aprendem com as diferentes perspectivas que os estudantes estrangeiros trazem para nossas salas de aula. ... E quando esses estudantes finalmente retornam a seus países de origem, fizeram novos amigos e têm lembranças dos Estados Unidos que jamais esquecerão”, afirmou ela.

Para obter mais informações sobre estudo nos Estados Unidos, veja o site do Escritório de Assuntos Educacionais e Culturais do Departamento de Estado, EducationUSA, e a revista eletrônica Educação nas Faculdades e Universidades dos Estados Unidos.

A transcrição das declarações de Rice está disponível no site do Departamento de Defesa.

(O Washington File é produzido pelo Escritório de Programas de Informações Internacionais do Departamento de Estado dos EUA. Site: http://usinfo.state.gov)